O Sport Comércio e Salgueiros é talvez o clube mais popular da cidade do Porto. Segundo reza a sua história, foi fundado no longínquo ano de 1911, no tempo em que o
futebol era jogado nas ruas pela miudagem de pé descalço e bola de trapos. Numa tarde de domingo desse ano, após assistirem a um jogo de futebol Porto-Benfica, um grupo de amigos tomados pela euforia do empolgante duelo entre águias e dragões, reuniu-se para fundar um clube que lhes permitisse desfrutar mais de perto a paixão do futebol. O que se julgava ser um impulso do momento foi a génese para que, por obra destes jovens apaixonados da bola, nascesse o Salgueiros, o mítico clube de Paranhos. Durante longos anos o 'velho salgueiral' como carinhosamente era tratado por simpatizantes e rivais, apesar de ser pequeno na sua dimensão, deixou um marca ímpar de tenacidade e espírio de luta no futebol português. A energia posta em campo pelos seus briosos atleta
s transformavam-no num gigante no confronto com os grandes clubes, ao ponto desta meritória atitude, dar origem à expressão: a 'alma salgueirista'! Um clube com esta história, não merecia que a incompetência de alguns dirigentes num passado recente, o levassem à ruptura financeira, delapidando o património e obrigando-o à extinção do futebol profissional. Nos dias de hoje, o Salgueiros mantém o futebol apenas nas camadas jovens, o pólo aquático, o andebol e atletismo, e com a humildade que lhe é tão característica teima em não se deixar morrer.
futebol era jogado nas ruas pela miudagem de pé descalço e bola de trapos. Numa tarde de domingo desse ano, após assistirem a um jogo de futebol Porto-Benfica, um grupo de amigos tomados pela euforia do empolgante duelo entre águias e dragões, reuniu-se para fundar um clube que lhes permitisse desfrutar mais de perto a paixão do futebol. O que se julgava ser um impulso do momento foi a génese para que, por obra destes jovens apaixonados da bola, nascesse o Salgueiros, o mítico clube de Paranhos. Durante longos anos o 'velho salgueiral' como carinhosamente era tratado por simpatizantes e rivais, apesar de ser pequeno na sua dimensão, deixou um marca ímpar de tenacidade e espírio de luta no futebol português. A energia posta em campo pelos seus briosos atleta
s transformavam-no num gigante no confronto com os grandes clubes, ao ponto desta meritória atitude, dar origem à expressão: a 'alma salgueirista'! Um clube com esta história, não merecia que a incompetência de alguns dirigentes num passado recente, o levassem à ruptura financeira, delapidando o património e obrigando-o à extinção do futebol profissional. Nos dias de hoje, o Salgueiros mantém o futebol apenas nas camadas jovens, o pólo aquático, o andebol e atletismo, e com a humildade que lhe é tão característica teima em não se deixar morrer.A Volta a Paranhos comemorou as 'bodas de ouro', é a segunda prova de atletismo mais antiga do país, apenas superada pela Estafeta Cascais-Lisboa, merecendo com toda a propriedade o nosso mais sonoro aplauso. Com as dificuldades e contrariedades que assolaram o clube nos últimos anos, estou em crer que se não fosse a verdadeira 'alma salguerista' do seu principal organizador, Silve
stre Pereira, a Volta a Paranhos já há muito tinha desaparecido. Por tudo isto, foi inteiramente justo tanta gente associar-se à celebração desta simpática data e prestar homenagem ao Salgueiros por manter vivo este evento. Apesar de estar uma manhã fria e de nevoeiro, foi elevado o número de atletas que compareceu à partida, para através da corrida endereçar os merecidos parabéns ao popular clube portuense.
Aqueles que me acompanham, sabem que traço sempre objectivos para as provas que participo. Deste modo tento elevar a motivação nas corridas, de forma a superar eventuais quebras que possam surgir ao longo das mesmas. Obviamente que os objectivos definidos, terão de ser exigentes e realistas, se assim não for, em vez de alcançar a desejada motivação, poderia cair precisamente no contrário. No ano transacto, para estes mesmos 10 km de prova contabilizei o tempo de 37m34s, para esta edição coloquei a fasquia na faixa dos 37m00s-37m30s e foi com o espírito de atingir este propósito que iniciei a corrid
a. Como sempre, e devido à numerosa presença de atletas, que tornaram ainda mais apertada a zona da partida, logo que foi dado o tiro da largada, imprimi um ritmo mais forte e aproveitando a descida do primeiro quilómetro do trajecto, cruzei a placa que o assinalava com 3m30s. No segundo quilómetro já com uma ligeira subida e com o percurso a entrar numa rua plana, estabilizei o andamento nos 3m40s/km-3m45s/km e sem grandes oscilações fui engolindo os quilómetros, tanto a descer como a subir até ao final da prova. Nos derradeiros metros, motivado pelos aplausos do público que estava junto à meta, estiquei um pouco mais, terminando em sprint, com o cronómetro a registar o tempo de 37m12s. Fiquei agradado com o meu desempenho, após o fracasso da 'meia' da Nazaré este resultado foi um importante tónico para a minha motivação!
a. Como sempre, e devido à numerosa presença de atletas, que tornaram ainda mais apertada a zona da partida, logo que foi dado o tiro da largada, imprimi um ritmo mais forte e aproveitando a descida do primeiro quilómetro do trajecto, cruzei a placa que o assinalava com 3m30s. No segundo quilómetro já com uma ligeira subida e com o percurso a entrar numa rua plana, estabilizei o andamento nos 3m40s/km-3m45s/km e sem grandes oscilações fui engolindo os quilómetros, tanto a descer como a subir até ao final da prova. Nos derradeiros metros, motivado pelos aplausos do público que estava junto à meta, estiquei um pouco mais, terminando em sprint, com o cronómetro a registar o tempo de 37m12s. Fiquei agradado com o meu desempenho, após o fracasso da 'meia' da Nazaré este resultado foi um importante tónico para a minha motivação!Apesar do frio da época e da quadra festiva que se avizinha convidarem mais a ficar em casa do que a sair para correr, não se acomodem e continuem a treinar - só treinando é que desfrutamos o prazer da corrida e fazemos com que esta seja também uma festa!
e. Sempre associei a corrida ao ar livre, assim correr ao sol ou à chuva, no frio ou no calor, de noite ou de dia, é desfrutar de um intercâmbio entre o ser humano e o que a natureza tem para nos oferecer a cada momento. Independentemente do tempo que possa fazer, correr é liberdade e prazer, jamais um sacrifício ou uma obrigação!




























Correr junto ao rio Douro, poder desfrutar da paisagem envolvente onde as pontes que unem as duas cidades sobressaem ao longo dos quilómetros percorridos, é motivo mais que suficiente para participar nas provas que ao longo do ano aí se realizam. Será também esse o palco da Maratona do Porto do próximo dia 21 de Outubro.





Quando nos entregamos a uma causa e o fazemos com prazer, o resultado é certamente muito mais eficaz, pelo que continuemos a correr e a sorrir, desta forma, mesmo quando o suor nos escorre pela face e o rosto exprime alguma fadiga, o nosso olhar nunca perderá o brilho! 