

A cidade do Porto comemorou por estes dias o S. João. Numa festa em que o povo sai alegremente à rua, obviamente não poderia deixar de ter no seu programa uma corrida de atletismo, para acentuar ainda mais o verdadeiro espírito popular da quadra.
Como a organização da prova, uma vez mais ficou a cargo da Runporto havia a garantia, desde logo, que a qualidade estava assegurada. Assim, na manhã do passado domingo, que começou com nebelina mas acabou ensolarada, estiveram na Foz 1.500 atletas que se lançaram na corrida dos 15 Km e 5.000 para correrem ou caminharem 5 km na marginal, tendo como pano de fundo a magnífica paisagem do mar e do rio Douro.
Como a organização da prova, uma vez mais ficou a cargo da Runporto havia a garantia, desde logo, que a qualidade estava assegurada. Assim, na manhã do passado domingo, que começou com nebelina mas acabou ensolarada, estiveram na Foz 1.500 atletas que se lançaram na corrida dos 15 Km e 5.000 para correrem ou caminharem 5 km na marginal, tendo como pano de fundo a magnífica paisagem do mar e do rio Douro.

Era o terceiro domingo consecutivo que competia. No entanto, sentia-me melhor do que na semana anterior. Recuperar de uma 'meia' para uma corrida de 10 km é mais difícil que desta distância para uma corrida de 15 km. A importância de escutarmos os sinais do corpo ganha relevância à medida que a nossa experiência aumenta. Como o percurso era bastante bom, não fossem as duas passagens no paralelo junto à Foz do Douro que provocam sempre alguns estragos nas pernas dos atletas, diria que era óptimo, o objectivo era concluir a prova entre os 55 e 56 minutos.
Apesar do elevado número de atletas não houve muitos problemas na partida, porque esta é feita na ampla Avenida Brasil. Cumpri o primeiro km em 3m37s, dentro da normalidade mas a estratégia era estabilizar dentro dos 3m42s/km. Na passagem dos 5 km ia integrado num grupo de oito elementos, onde a experiente Fátima Silva marcava o ritmo e o meu cronómetro assinalou 18m24s, ligeiramente abaixo da média estipulada. Ao km 6, estava apenas eu, a Fátima e outro atleta, mas assim que passei o km 7, correndo abaixo dos 3m40s/Km, decidi não os acompanhar e retomar o meu
ritmo. Segui sozinho na corrida, com a minha cadência fixada nos 3m42s-3m43s/km, fui dobrando alguns atletas que iam em perda e no retorno onde estava instalada a placa dos 10 km, o meu tempo era de 36m44s. Estava no ritmo certo para chegar dentro do objectivo traçado e ainda tinha um pequena margem de erro. O último terço do percurso foi o mais difícil, um ligeiro vento fez-se sentir e o famoso paralelo da Foz nesta fase da corrida sente-se bem mais do que na primeira passagem e, claro, a frescura também já não é a mesma dos primeiros kms. Assim, o meu ritmo baixou para os 3m47s-3m48s/km, cortando a meta com o tempo de 55m44s, 58º lugar na classificação geral entre 1.336 atletas que acabaram a prova.
Apesar do elevado número de atletas não houve muitos problemas na partida, porque esta é feita na ampla Avenida Brasil. Cumpri o primeiro km em 3m37s, dentro da normalidade mas a estratégia era estabilizar dentro dos 3m42s/km. Na passagem dos 5 km ia integrado num grupo de oito elementos, onde a experiente Fátima Silva marcava o ritmo e o meu cronómetro assinalou 18m24s, ligeiramente abaixo da média estipulada. Ao km 6, estava apenas eu, a Fátima e outro atleta, mas assim que passei o km 7, correndo abaixo dos 3m40s/Km, decidi não os acompanhar e retomar o meu
Bem bom! Objectivo cumprido! Com a bênção do S. João as pernas fizeram o pequeno milagre de continuarem ligeiras!
O ciclo de corridas iniciado em Maio, vai ter agora um fim-de-semana de interregno, mas no próximo dia 6 de Julho, calçarei novamente as sapatilhas de competição para os 10 km do Grande Prémio de S. Pedro na Póvoa de Varzim. Vamos ver se também este santo ajuda as pernas a continuarem em estado de graça!
