
Cumpri 3 semanas de descanso activo. Reduzi o número de kms, abrandei o ritmo e ainda me dei ao luxo de contabilizar 2 dias de descanso efectivo. Portanto, treino sim, mas nada de séries, nem Fartlek, apenas rolar, umas vezes a trotes muito suaves, outras em corridas contínuas a ritmos moderados. Apenas e só nesta última semana é que fui gradualmente imprimindo ritmos mais fortes, para que o corpo não perca as rotinas de treino.
E agora, que desafios vão ter as pernas?
Para poder programar o treino dos próximos meses, elaborei um calendário de corrida para os próximos tempos.
MARÇO
- Dia 22 - Meia-Maratona de LisboaABRIL
- Dia 05 - Meia-Maratona Cego do Maio, Póvoa de Varzim
- Dia 19 - Gold Marathon Carlos Lopes, Lisboa
MAIO
- Dia 10 - Meia-Maratona de Cortegaça
- Dia 24 - Meia-Maratona Douro Vinhateiro, Régua
JUNHO
- Dia 07 - Meia-Maratona de Matosinhos
- Dia 21 - Corrida das Festas da Cidade do Porto (15 km)
JULHO
- Grande Prémio de S. Pedro (10 km), Póvoa de Varzim
Inicialmente, tinha programado correr uma maratona na Primavera e no estrangeiro, mas a crise também chega à malta das corridas, daí ter optado pelo mercado nacional e ir experimentar a maratona do Carlos Lopes que, apesar de muitas incertezas e de receber sempre inúmeras críticas em termos de organização, continua a realizar-se. No entanto pude constatar que pelo menos tem um ponto positivo - o percurso - partir da Expo, correr junto ao Tejo, depois seguir pela marginal até Cascais, voltar até ao Casino do Estoril e aí terminar, parece-me de facto muito interessante!

Assim, a maratona devido à sua exigência em termos físicos merece sempre a minha melhor atenção. Aliás, iniciei esta semana a sua preparação e nas próximas 8 semanas será o foco do meu treino. Irei submeter as pernas a cerca de 900 kms - muitos treinos de corridas contínuas a vários ritmos, muitas séries de 800 metros e claro os inevitáveis treinos longos que variarão entre os 22 e os 28 kms. O objectivo para a 9ª maratona da minha carreira, é simples: bater o tempo que estabeleci em Outubro no Porto - 2h54m15s.
Se tudo correr dentro da normalidade, irei comemorar a minha 50ª presença em meias-maratonas, no magnífico cenário do Douro Vinhateiro, na Régua. Devido à magia do número, conto por essa altura estar em forma, colher os frutos da preparação da maratona e em condições para tentar melhorar a minha marca na distância: 1h18m47s.
Como podem verificar, não vão faltar corridas para alimentar a minha motivação! Os dados estão lançados, iremos ver como responderão as pernas a todos estes desafios!



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A minha prestação correu dentro do previsto, reconhecendo desde logo que não é uma corrida adaptada às minhas características e ao treino que tenho desenvolvido. O percurso é composto por duas voltas, com subidas e descidas muito acentuadas e num piso em que o empedrado predomina, pelo que apontei um tempo final a rondar os 37 minutos. Estava bem colocado na partida e não tive muitos problemas na largada, que é feita a descer e como é hábito a grande velocidade. Só que este ímpeto inicial é imediatamente travado pela íngreme subida de cerca de 2,3 km até ao Marquês, para depois descer, primeiro ligeiramente e a seguir com mais inclinação até completar a primeira volta. Depois vem a segunda e também aumentam as dificuldades, quem abusou no ritmo de ínicio paga a ousadia na interminável subida desde a Rua Sá da Bandeira, até dobrar novamente o Marquês. Foi nesta segunda subida que me encontrei com um companheiro aqui da blogosfera, o





